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MST - ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
MST - ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

 

Essa organização é treinada para disseminar o ódio e o terror, afrontam a legislação, afrontam a soberania nacional. Há que se investigar com profundidade essa organização criminosa. Levar seus membros praticantes de crimes a justiça, puni-los de forma exemplar e extinguir tai organização do Brasil. Brasileiros honestos não suportam mais essa quadrilha.

 

Por mais que muitos ainda querem negar o inegável, essa é a verdade: Movimento social é só pra enganar otários. O MST é uma organização criminosa que invade terras.Vamos ver os crimes que essa organização é acusada de cometer:
  • Roubo
  • Furto
  • Cárcere privado
  • Lesões corporais
  • Desvio de verbas
  • Desacato a ordens judiciais
  • Invasão de propriedade
  • Sonegação fiscal
  • Estelionato
  • Homicídios
  • Bloqueio de estradas e pedágios
  • Depredação de repartições
  • Permanente vadiagem(Vagabundagem)

É amigo, crime é o que não falta.Mas vamos ver o quanto que essa organização criminosa recebeu do governo federal em 2008:
220 MILHÕES DE REAIS
Enquanto você tá aí, precisando de uma saúde de qualidade, o governo investe nessa organização.E para não dizer que o Lula e a Dilma não tem nada a ver com isso, olha essas imagens:

 

 

 

PORQUE AS LEIS BRASILEIRAS DEFENDEM O ROUBO E PORQUE O MST É UM GRUPO TERRORISTA

A pouco mais de dois séculos, o francês Frédéric Bastiat parecia prever os acontecimentos que assombrariam o Brasil. O roubo seria institucionalizado e tornar-se-ia um suposto direito. Falo do MST e das invasões de terra defendidas por leis. Em duas célebres fases, Bastiat narra tais absurdos que ferem os direitos de propriedade cujas normas vigoram em qualquer país civilizado. Sobre o governo, declarara: “Às vezes a lei defende a espoliação; outras vezes, a leva a cabo por suas próprias mãos, no intuito de poupar o beneficiário da vergonha, do perigo e do escrúpulo. Às vezes ela usa todo o aparato da magistratura, da polícia, guardas e prisão em prol do espoliador, tratando como criminoso o espoliado que se defende”. Sobre os movimentos invasores: “Ora, sendo o trabalho em si mesmo um sacrifício, e sendo o homem naturalmente levado a evitar os sacrifícios, segue-se daí que – e a história bem o prova – sempre que a espoliação se apresentar como mais fácil que o trabalho, ela prevalece”.

Bastiat também definir aos meios: “A lei perverteu-se por influência de duas causas bem diferentes: a ambição estúpida e a falsa filantropia”. No Brasil são usadas duas falácias para justificar da invasão de propriedade: “dívida histórica” e “função social da terra”. Alega-se que o problema agrário seja herança do período colonial ao se estabelecerem as capitanias hereditárias. Este argumento é anacrônico, pois visa associar problemas atuais há uma realidade histórica distante. Em exemplo, não encontramos judeus exigindo pensão de alemães pelos equívocos nazistas. Neste sentido, não é constitucional culpar a democracia brasileira pelos erros de Portugal, tão pouco se valendo da propriedade de terceiros. Diante tamanho anacronismo, defensores da reforma agrária alegam que muitas destas terras foram invadidas num passado recente e por isto, a invasão é justificável. Eles justificam seu roubo por outro. Caso estas terras sejam realmente invadidas, cabe ao Estado apurar e devolvê-las a seus proprietários originais. Os invasores não são juízes, nem tão pouco significa que sejam seus proprietários originais.

Há ainda o argumento usado pela lei, e que é ainda mais bizarro: a função social da terra. Segundo esta lei, a propriedade agrária possui uma função social, que seria manter níveis satisfatórios de produtividade. Obviamente este é outro arranjo teórico que existe somente no Brasil. Nenhuma propriedade privada possui uma função que não seja estabelecida pelo seu proprietário, visto que não é de ordenação publica. O proprietário da terra pode deixar de produzir produtos agrícolas para construir um galpão deixando-a sem cultivo durante este período. Ele pode simplesmente deixa-la sem uso até que tenha algum negocio em mente ou até que intente desfazer-se dela. Este argumento tacanho poderia ser usado em nome de qualquer outro tipo de espoliação. Em um exemplo simples: o Estado poderia definir que um celular deve cumprir função social: fazer ligações. Uma vez que determinado individuo não seu aparelho para esta finalidade, a espoliação seria justificável.  O mesmo poderia ocorrer com automóveis parados na rua, com casas vazias, apartamentos desocupados ou com qualquer outo tipo de propriedade.

Em qualquer situação, a invasão de propriedade é injustificável. É simplesmente roubo. E embora a lei injusta permita este crime em terras sem cultivo, grupos terroristas como MST preferem seu revés. Tais grupos invadem fazendas produtivas, saqueiam depósitos, matam o gado, destroem construções e plantações e aterrorizam fazendeiros e seus empregados através de ações violentas e terroristas.  Eles auxiliam partidos em suas manifestações em centros urbanos bem distantes das áreas invadidas. Depredam patrimônio publico e privado. Está claro que o MST é uma organização terrorista financiada por partidos. Lembrando: muitos de seus membros possuem propriedades enquanto outros, ao conseguir espoliar terras, permanecem nela pouco tempo, para depois abandoná-las rumo as grandes cidades.  Caso o governo realmente estivesse interessado em resolver o problema agrário, cederia às terras devolutas e ou toda aquela que esteja sobre domínio da União. Todavia, os políticos preferem permitir a partilha daquilo que lhe é alheio, pois assim articulam as massas ingênuas e revoltosas a seu favor.

Christiano di Paulla

 

 

 

 

 

  

 

 

 

MANUAL DE GUERRILA DO MST

Como roubar, fraudar cadastros do governo e 
até fabricar bombas e trincheiras – está tudo na 
cartilha secreta do MST apreendida pela polícia


Otávio Cabral

Beto Figueirôa/JC Imagem/AE
LAÇOS DE SANGUE A invasão de uma fazenda pelo MST (acima)e a marcha de soldados das Farc: guerrilheiros colombianos estão entre os sem-terra

Scott Dalton/AP

VEJA TAMBÉM
Nesta eportagem
• 
Quadro: A teoria e a prática

A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal. Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. "Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa." Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas.

A barbárie, embora não seja exatamente uma novidade na trajetória do MST, é um retrato muito atual do movimento, que festejou seu aniversário de 25 anos na semana passada. Suas ações recentes, repletas de explosão e fúria, já deixaram evidente que a organização não é mais o agrupamento romântico que invadia fazendas apenas para pressionar governos a repartir a terra. Agora, documentos internos do MST, apreendidos por autoridades gaúchas nos últimos seis anos e obtidos por VEJA, afastam definitivamente a hipótese de a selvageria ser obra apenas daquele tipo de catarse que, às vezes, animaliza as turbas. O modo de agir do MST, muito parecido com o de grupos terroristas, é uma estratégia. A papelada – cadernos, agendas e textos esparsos que somam mais de 400 páginas – é uma mistura de diário e manual da guerrilha. Parece até uma versão rural, porém rudimentar, do texto O Manual do Guerrilheiro Urbano, escrito por Carlos Marighella e bússola para os grupos que combateram o regime militar (1964-1985). Os documentos explicam por que as ações criminosas do movimento seguem sempre um mesmo padrão.

O registro mais revelador sobre a face guerrilheira do MST é formado por quatro cadernos apreendidos pela polícia com os invasores da Estância do Céu em maio passado. As 69 páginas, todas manuscritas, revelam uma rotina militarizada – e bandida. "Muita arma no acampamento", escreveu Adriana Cavalheiro, gaúcha de cerca de 40 anos, uma das líderes da invasão, ligada aos dirigentes do MST Mozart Dietrich e Edson Borba. Em outro trecho, em forma de manual, o texto orienta os militantes sobre como agir diante da chegada da polícia. "Mais pedra, ferros nas trincheiras (...) Zinco como escudo (...) Bombas tem um pessoal que é preparado. Manter a linha, o controle de horas e 800 ml", anotou a militante, descrevendo a fórmula das bombas artesanais, produzidas com garrafas de plástico e líquido inflamável. O manual orienta os militantes a consumir o que é roubado para evitar a prisão em flagrante. Também dá instruções(veja trechossobre como fraudar o cadastro do governo para receber dinheiro público. Há até dicas sobre políticos que devem ser acionados em caso de emergência. Basta chamar o deputado federal Adão Pretto e o ex-deputado estadual Frei Sérgio. Ganha um barraco de lona preta quem souber o partido da dupla.

Em seus capítulos não contemplados pelo Código Penal, o manual expõe uma organização claramente assentada sobre um tripé leninista, com doutrinação política, centralismo duro e vida clandestina. Além de teorias esquerdistas, repletas de homenagens a Che Guevara e Zumbi dos Palmares, há relatos de espionagem e tribunais de disciplina. Uma militante, que precisou de "licença" de um mês para fazer uma cirurgia, só foi autorizada a realizar o tratamento com a condição de que ele fosse feito num único dia. Brigas, investigações internas e punições também explicitam o rígido e desumano controle exercido sobre suas fileiras. "Assim como nas favelas controladas pelo narcotráfico, o MST atua como polícia e juiz ao impor e fiscalizar seu código de conduta", afirma o filósofo Denis Rosenfield. Exagero? Talvez não. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro. "O MST é formado por alguns desvalidos, vários aproveitadores e muitos bandidos", diz o promotor Gilberto Thums, do Ministério Público gaúcho. "Eles usam táticas de guerrilha rural para tomar territórios escolhidos pelos líderes."

Embora raramente sejam expostos à luz, manuais de guerrilha são lidos como best-sellers nos acampamentos. Também no Rio Grande do Sul, berço e laboratório do MST, a polícia apreendeu três documentos que registram o lastro teórico de sua configuração de guerra. O mais recente, apreendido em julho passado, orienta os militantes a "se engajar na derrubada de inimigos estratégicos". Os inimigos, claro, não se resumem aos gatinhos das fazendas ocupadas pelo MST. O objetivo é a "derrota da burguesia", o "controle do estado" e a "implantação do socialismo". O documento lista exemplos de como "interromper as comunicações do inimigo" e "incendiar as proximidades para tornar o ambiente irrespirável". Pode não ser obra do acaso. Há dois anos, um membro das Farc foi descoberto pela polícia em meio aos sem-terra gaúchos. A combinação entre teoria e prática deixa poucas dúvidas sobre os propósitos do MST. O movimento, que seduziu a intelectualidade nos anos 80 e caiu nas graças do povão na década seguinte, está marchando para a guerrilha rural. Diz o filósofo Roberto Romano: "O MST está se filiando à tradição leninista de tomada violenta do poder por meio de uma organização centralizada e autoritária".

Fotos Antonio Scorza/AFP e Dida Sampaio/AE
O CHEFÃO E O PRESIDENTE O comandante-em-chefe do MST, João Pedro Stedile, e o presidente Lula com um boné do movimento: simpatia recíproca, alianças, muitos cargos no Incra para os sem-terra e trégua nos ataques ao governo

A estratégia da guerrilha é um sucesso recente nos pampas graças a sua eficácia. As invasões e os acampamentos têm funcionado em muitos casos. Em novembro passado, após cinco anos de guerra com o MST, o fazendeiro Alfredo Southall resolveu vender a Estância do Céu ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). "Cansei da batalha. Joguei a toalha", desabafa. Suas terras serão transformadas em um assentamento para 600 famílias. O fazendeiro gaúcho Paulo Guerra teve sua fazenda invadida seis vezes desde 2004. Os invasores destruíram uma usina hidrelétrica e 300 quilômetros de cercas. Também queimaram dois caminhões, dois tratores e onze casas, além de abaterem 300 bois. "Minha família se dedica à fazenda há 100 anos. Podemos perder tudo, mas não vamos entregar nosso patrimônio ao MST", diz. Nos últimos dois anos, mais de 600 processos já foram abertos contra militantes do movimento. Uma ação judicial pede que o MST seja colocado na ilegalidade. Enquanto ela não é julgada, porém, os promotores têm conseguido impedir seus integrantes de circular em algumas regiões. "Não se trata de remover acampamentos. A intenção é desmontar bases usadas para cometer reiterados atos criminosos", justifica o promotor Luis Felipe Tesheiner.

O MST passa atualmente por uma curiosa transmutação política. Desde a chegada ao poder de Lula e do PT, aliados históricos do movimento, a sigla abrandou os ataques ao governo federal. A trégua, que beneficia a ambos, permitiu que os sem-terra apadrinhassem vinte dos trinta superintendentes regionais do Incra. É um comportamento muito diferente de quando o MST liderou as manifestações "Fora, FHC" e invadiu a fazenda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002. O terrorismo agora é praticado preferencialmente no quintal de governadores de oposição a Lula, como a gaúcha Yeda Crusius e o paulista José Serra. A reputação do MST acompanha sua guinada violenta. Dez anos atrás, a maioria dos brasileiros simpatizava com a sigla. Agora, a selvageria, aliada à extraordinária mobilidade que levou 14 milhões de pessoas a ascender socialmente nos últimos anos, mudou a imagem do movimento. Pesquisa do Ibope realizada no ano passado mostra que metade dos entrevistados é contra os sem-terra. O MST, hoje, é visto como sinônimo de violência. "As pessoas descobriram que é possível melhorar de vida sem que para isso seja necessário fazer uma revolução", diz o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro. Às vezes é preciso tempo para enxergar o óbvio.